Único,
mas não solitário

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  • Extra, not ordinary

Sir Cecil Walter Hardy Beaton foi um ícone do estilo do século XX. Seus glamorosos retratos fotográficos tornaram-no famoso, assim como sua extravagância. Os convites para sua mansão em Wiltshire, na Inglaterra, eram principalmente para pessoas bonitas – no mínimo para aquelas cuja cor de cabelo harmonizavam com as cortinas da Reddish House.

Excêntricos são raros. Há um entre 10 mil pessoas. Sua característica principal é o não-conformismo sistemático. Excêntricos precisam ter coragem. Sua criatividade pode mover montanhas. Sua peculiaridade suscita simpatia. Um vive com 7.500 anões de jardim, outro fala frases de trás para a frente. Karl Lagerfeld, o czar da moda, preferia bebedouros em suspensão cardânica em seu carro – para que a água de seus cachorros não entornasse nos tapetes do veículo nas curvas.

Josef Arweck

Josef Arweck

Editor

Entre os “diferentões”, o excêntrico é o mais solitário. No entanto, em cada pessoa dormita o desejo da individualidade: a autonomia de pensar e agir. A singularidade do comportamento contra a uniformidade elegante e a colaboração impessoal. Desajuste na epidemia do conformismo. Ao mesmo tempo, cada vez mais cresce a necessidade de adesão voluntária na autoexpressão do eu. O individualista quer ligar-se a outros indivíduos. Interação é tão importante quanto a singularidade – o preâmbulo da comunidade Porsche.

Individualização é a liberdade de escolha. Praticamente nenhum Porsche deixa a nossa produção igual a outro. Em 1978 o fabricante de carros esportivos ofereceu pela primeira vez o “programa de equipamentos especiais” – um refinamento do automóvel diretamente na fábrica. Em média, 40% de todos os 911 foram equipados à mão na atual seção da Porsche Exclusive Manufaktur.

Cada cliente Porsche escolhe, durante a configuração de seu carro, ao menos duas opções de equipamento através do programa de personalização. Séries pequenas limitadas e edições têm uma longa tradição na Porsche, começando por um 356 revestido com pele artificial. A Porsche constrói peças únicas em série já na fábrica. Três novos modelos nesta edição, três estilos de vida. O 718 Cayman T, um conceito conhecido do 911, purismo na estrada. E o 718 Cayman GT4 Clubsport. Duas variantes quentes de séries próximas para pilotos amadores ambiciosos, assim como para competições nacionais e internacionais. E finalmente, o Cayenne Coupé, feito sob medida de acordo com o gosto personalizado e das necessidades individuais da geração SUV.

Em 2018 a Porsche entregou, em seus quase 71 anos de história, mais carros que nunca em um ano. E, apesar disso, continuamos sendo especiais, únicos, rebeldes. Afinal, como dizia a escritora Simone de Beauvoir, “o segredo da felicidade é viver como todo mundo e ser como ninguém”. Ser diferente é, de fato, mais divertido quando há outros que também são. 

De onde quer que você venha, para onde quer que você viaje:
Christophorus está sempre com você.

Porsche 718 Cayman T / 718 Boxster T
Consumo de combustível · urbano: 11,3–10,8 l/100 km
rodoviário: 6,3–6,2 l/100 km
combinado: 8,2–7,9 l/100 km
Emissões de CO2 (combinado): 187–180 g/km
Classe de eficiência: F–E

Porsche Cayenne Coupé
Consumo de combustível · urbano: 11,7–11,6 l*/100 km
rodoviário: 8,0–7,9 l*/100 km
combinado: 9,4–9,3 l*/100 km
Emissões de CO2 (combinado): 215–212 g*/km
Classe de eficiência: D

Porsche Cayenne Turbo Coupé
onsumo de combustível · urbano: 15,3–14,8 l*/100 km
rodoviário: 9,4–9,0 l*/100 km
combinado: 11,4–11,3 l*/100 km
Emissões de CO2 (combinado): 261–258 g*/km
Classe de eficiência: F–E

* a margem de consumo depende do conjunto de pneus utilizado